Como a estética urbana influencia a decisão do investidor

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Aqui está um artigo original, direto e focado em SEO, estruturado para leitura de robôs de busca e relevância no mercado imobiliário. Como a estética urbana influencia a decisão do investidor No mercado imobiliário, a valorização de um imóvel não está restrita apenas às suas características internas ou ao tamanho da planta. A estética urbana do entorno é um dos fatores mais determinantes para o sucesso de um investimento. Quando falamos de estética, não nos referimos apenas à beleza, mas à harmonia, conservação e funcionalidade do espaço público. O impacto visual na valorização imobiliária A primeira impressão é fundamental. Um bairro com ruas bem pavimentadas, iluminação moderna, calçadas padronizadas e fiação subterrânea atrai um perfil de público com maior poder aquisitivo. Para o investidor, esses elementos são indicadores de que a região possui um baixo risco de depreciação. A estética urbana comunica organização e segurança. Áreas que investem em paisagismo e manutenção constante tendem a apresentar uma valorização anual acima da média do mercado, tornando-se alvos preferenciais para quem busca rentabilidade com revenda ou locação. Infraestrutura e áreas verdes como diferenciais O investidor moderno está atento à qualidade de vida que o entorno oferece.

A presença de parques bem cuidados, praças e fachadas ativas (comércios no térreo que interagem com a rua) cria um ambiente vibrante. Esses ativos urbanos influenciam diretamente a liquidez do imóvel. Um apartamento em uma rua arborizada e visualmente agradável é alugado ou vendido muito mais rápido do que uma unidade similar em uma região degradada. Para corretores de imóveis, destacar a estética do bairro é uma estratégia de venda poderosa para convencer investidores focados em ativos de alto padrão. Conclusão: a estética como estratégia de lucro Investir em imóveis localizados em áreas com forte apelo visual é uma forma inteligente de garantir o retorno sobre o investimento (ROI). A estética urbana funciona como um selo de qualidade silencioso, que atrai moradores e empresas, mantendo a demanda sempre alta. Para quem atua no setor imobiliário, entender essa dinâmica é essencial para identificar as próximas áreas de expansão urbana e orientar clientes sobre onde alocar capital com segurança e foco em valorização a longo prazo.

O crescimento dos bairros planejados e a qualidade de vida

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Nos últimos anos, o mercado imobiliário brasileiro passou por uma transformação significativa na forma como as pessoas escolhem onde morar. O conceito de bairros planejados deixou de ser uma tendência de luxo para se tornar uma solução urbana eficiente, focada diretamente na qualidade de vida e na praticidade do dia a dia. O que define um bairro planejado? Diferente dos loteamentos comuns, um bairro planejado nasce de um projeto urbanístico completo. Ele é desenhado para integrar áreas residenciais, comerciais e de lazer de forma harmoniosa. O objetivo principal é reduzir a necessidade de grandes deslocamentos, permitindo que o morador encontre serviços essenciais — como farmácias, padarias e escolas — a poucos metros de casa.

Para o mercado imobiliário, essa organização representa um diferencial competitivo enorme, atraindo famílias que buscam segurança e infraestrutura moderna. Vantagens para a qualidade de vida A busca por bem-estar é o motor que impulsiona o crescimento desses empreendimentos. Entre os principais benefícios, destacam-se: Segurança: Muitos bairros planejados contam com monitoramento centralizado e design que favorece a vigilância natural. Áreas Verdes: O projeto prioriza parques, ciclovias e praças, incentivando atividades ao ar livre. Sustentabilidade: A gestão de resíduos e a iluminação eficiente costumam ser superiores às de bairros orgânicos.

Menos Estresse: A proximidade entre moradia e trabalho/lazer diminui o tempo gasto no trânsito. Valorização e oportunidade de investimento Para corretores de imóveis e investidores, os bairros planejados são sinônimo de valorização garantida. Como a infraestrutura é entregue pronta ou segue um cronograma rigoroso, o valor do metro quadrado tende a subir de forma constante desde o lançamento até a consolidação do bairro. Ao vender ou alugar um imóvel nessas regiões, o corretor não entrega apenas quatro paredes, mas sim um estilo de vida completo. Isso facilita o fechamento de negócios, pois o valor agregado é perceptível logo na primeira visita. Em resumo, o crescimento dos bairros planejados reflete uma nova prioridade da sociedade moderna: viver com mais tempo, segurança e harmonia com o ambiente urbano. Se você busca investir ou morar bem, este modelo é, sem dúvida, uma das melhores opções do mercado atual.

Negociação silenciosa: a arte de ler as entrelinhas em uma contraproposta de compra e venda

O som da notificação no celular às oito da noite costuma carregar um peso diferente quando você está no meio da venda de um imóvel. Para o proprietário, é a expectativa de um ciclo que se encerra; para o comprador, o frio na barriga de um novo começo. Mas, quando o PDF da contraproposta finalmente abre, o que a maioria das pessoas enxerga são apenas números em negrito. O erro começa aí. Lembro-me de um cliente, o senhor Ricardo, que estava vendendo uma cobertura Garden em um dos bairros mais valorizados da cidade. O imóvel era impecável: home staging feito com maestria, documentação imobiliária cristalina e uma vista de tirar o fôlego. Recebemos uma proposta que, à primeira vista, parecia ofensiva — 15% abaixo do valor de avaliação.

Ricardo quis encerrar a conversa na hora. Foi quando precisei sentar com ele e mostrar que aquela folha de papel dizia muito mais do que o valor depreciado. A anatomia do “não” Uma contraproposta é, na verdade, um mapa emocional. Quando o proponente reduz o preço, mas oferece uma entrada substancial em dinheiro vivo e abre mão de condicionar a compra à aprovação de um financiamento imobiliário complexo, ele não está tentando “ganhar” de você. Ele está oferecendo liquidez e segurança. No caso do Ricardo, o comprador era um investidor que já tinha o recurso em conta e precisava escriturar o imóvel em dez dias por questões de planejamento patrimonial. A “ofensa” do preço baixo era, na verdade, o custo da agilidade.

No mercado imobiliário, o tempo tem uma cotação própria que não aparece nos portais de anúncios. O que as cláusulas escondem Muitas vezes, a negociação silenciosa acontece nos detalhes que o olho leigo ignora. Observe estes pontos em uma contraproposta: O prazo de validade da oferta: Uma proposta que expira em 24 horas sinaliza urgência ou uma estratégia de pressão. Já uma validade maior indica um comprador que está comparando lançamentos imobiliários e não tem pressa. A forma de pagamento: Um comprador que insiste em usar um consórcio imobiliário ou um crédito imobiliário com o qual ele ainda não tem carta de crédito aprovada está transferindo o risco do tempo para o vendedor. Itens inclusos: Às vezes, a briga não é pelo valor do imóvel residencial, mas pelos armários planejados ou pelo ar-condicionado. Já vi negócios de milhões travarem por causa de uma geladeira de aço inox.

O papel do tradutor É aqui que a figura do corretor de imóveis deixa de ser um “vendedor de chaves” para se tornar um estrategista. O bom profissional lê o que não foi escrito. Ele entende se o comprador está inseguro com a valorização imobiliária daquela rua específica ou se ele teve uma experiência traumática anterior com registro de imóveis e burocracias infinitas. Voltando ao Ricardo, decidimos não recusar a oferta. Em vez disso, fizemos uma contra-contraproposta. Mantivemos o preço um pouco mais alto, mas aceitamos o prazo recorde para a escritura de imóveis. O resultado? O comprador sentiu que sua necessidade de velocidade foi respeitada, e o Ricardo percebeu que o dinheiro na mão hoje, para investir em outro projeto, valia mais do que esperar seis meses pelo “preço ideal” de tabela.

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O mapa da anatomia cervical: por que esta região é tão complexa e vital?

Pare por um segundo e toque a lateral do seu pescoço. Sob a ponta dos seus dedos, em um espaço não maior que o diâmetro de um punho, pulsa a vida em sua forma mais concentrada. Como cirurgião, costumo dizer aos meus pacientes que o pescoço é o “entroncamento” mais movimentado e caro do corpo humano. É um território onde milímetros separam a capacidade de falar, de engolir e até de respirar. Imagine a cena: um paciente chega ao consultório, chamemo-lo de Ricardo. Ele notou um pequeno nódulo enquanto fazia a barba. Para ele, era apenas uma “bolinha”. Para nós, especialistas, aquele nódulo é um sinal em um mapa tridimensional densamente povoado.

No pescoço, não há espaços vazios. Cada fresta é preenchida por glândulas como a tireoide e as salivares, por grandes vasos como a carótida, e por nervos tão finos quanto fios de seda que controlam desde as cordas vocais até o movimento dos ombros. A complexidade começa na própria arquitetura. A anatomia cervical é organizada em “fáscias”, camadas de tecido que funcionam como envelopes. Esses compartimentos são cruciais porque podem tanto limitar a propagação de uma infecção — como um abcesso cervical decorrente de um dente inflamado — quanto servir de trilha para que um carcinoma epidermoide se espalhe. Quando lidamos com tumores, sejam eles benignos ou malignos, o desafio é a preservação da função. Tomemos o exemplo do câncer de laringe ou de faringe. O objetivo não é apenas remover a lesão, mas garantir que o paciente continue sendo quem ele é.

A voz é a nossa identidade; a deglutição é um dos prazeres mais básicos da existência. Por isso, a interação entre a cirurgia e tratamentos como a radioterapia e a quimioterapia precisa ser milimétrica. Às vezes, a tecnologia nos permite ser menos invasivos, utilizando câmeras e instrumentos delicados para acessar áreas profundas sem grandes incisões, reduzindo o trauma e acelerando a volta para casa. No caso do Ricardo, a jornada começou com uma ultrassonografia e uma punção (biópsia). O diagnóstico precoce é o maior aliado que temos.

Quando detectamos um distúrbio da voz persistente ou uma disfagia (dificuldade para engolir) logo no início, as chances de uma cirurgia reconstrutiva bem-sucedida ou de um tratamento preservativo aumentam exponencialmente. A paralisia facial é outro ponto que ilustra a fragilidade dessa região. O nervo facial, que atravessa a glândula parótida, é o maestro das nossas expressões. Operar nessa área exige não apenas técnica, mas uma espécie de respeito reverencial pela anatomia. Usamos monitorização nervosa em tempo real, transformando o som do nervo em sinais auditivos na sala de cirurgia, para garantir que o sorriso do paciente permaneça intacto após o procedimento. Dr Stefano Fiuza Câncer de garganta

O caminho menos percorrido para a quitação antecipada do seu imóvel próprio

Você já parou para calcular quanto do seu suor é destinado exclusivamente a manter a margem de lucro de uma instituição bancária ao longo de trinta anos? No financiamento habitacional convencional, o sistema de amortização — seja pela Tabela SAC ou PRICE — esconde uma armadilha matemática: o custo do dinheiro no tempo. Mesmo com as taxas de juros nominais parecendo atraentes, o Custo Efetivo Total (CET) muitas vezes dobra o valor do imóvel ao final do contrato. É aqui que entra uma estratégia de engenharia financeira que poucos utilizam por puro desconhecimento técnico: a quitação de financiamento bancário através da carta de crédito de consórcio imobiliário. Diferente do que o senso comum dita, o consórcio não serve apenas para quem deseja comprar um imóvel “do zero”. Ele é, na verdade, uma ferramenta poderosa de arbitragem financeira. Enquanto o financiamento bancário opera sob juros compostos, o consórcio baseia-se em uma taxa de administração fixa, diluída pelo prazo do grupo. Ao utilizar uma carta de crédito para liquidar um saldo devedor bancário, você substitui uma dívida exponencial por um custo linear. Imagine o seguinte cenário técnico: um investidor possui um saldo devedor de R$ 350.000,00 em um banco comercial, com uma taxa de juros de 9,5% ao ano + TR. Em 15 anos restantes, ele ainda pagaria uma cifra astronômica de juros. Ao estruturar um consórcio imobiliário de R$ 350.000,00 com uma taxa de administração total de 15% para o período, ele planeja uma contemplação por lance. Ao ser contemplado, ele utiliza o crédito para quitar integralmente a dívida com o banco. O resultado? A eliminação imediata dos juros compostos mensais. A partir daí, ele passa a pagar apenas as parcelas do consórcio, que são isentas de juros, restando apenas a correção anual pelo INCC ou IPCA, que incide sobre o saldo devedor e não sobre o montante total de forma capitalizada. A eficácia dessa estratégia reside na modalidade de lance. Para quem tem pressa em sair do jugo bancário, o “lance embutido” é uma alavanca fundamental. Ele permite utilizar uma porcentagem da própria carta de crédito (geralmente entre 25% e 30%) para ofertar o lance, diminuindo o aporte de capital próprio necessário para a contemplação. É uma manobra de liquidez: você reduz o valor total da carta, mas garante a quitação da dívida mais cara (o financiamento) de forma antecipada. Muitos hesitam por acreditar que o consórcio é um jogo de sorte. No entanto, o olhar técnico revela que se trata de estatística e planejamento de fluxo de caixa. Grupos maduros, com saúde financeira e alto índice de contemplações mensais, oferecem previsibilidade. Analisar o histórico de lances de um grupo antes de ingressar nele é o que separa o amador do estrategista patrimonial.

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Se o lance vencedor médio gira em torno de 40% e você dispõe de 20% em mãos mais 20% de lance embutido, sua probabilidade de contemplação técnica é altíssima nos primeiros meses. Além da economia direta de juros, essa transição melhora o índice de solvência pessoal. Como as parcelas do consórcio tendem a ser menores que as do financiamento (devido à ausência de juros), a folga no orçamento mensal pode ser reinvestida em ativos de liquidez ou na própria amortização acelerada das cotas de consórcio, criando um efeito de bola de neve positiva para a construção de patrimônio. Sair da inércia do financiamento exige uma mudança de mentalidade. É trocar a “segurança” aparente de pagar um boleto bancário pela inteligência de gerir o próprio autofinanciamento. Quem domina essa mecânica não apenas quita seu imóvel em metade do tempo, mas aprende a usar o sistema financeiro a seu favor, transformando o que seria uma despesa passiva em uma estrutura eficiente de alavancagem de bens. O caminho menos percorrido não é o mais difícil; é apenas aquele que exige que você pare de ser um pagador de juros para se tornar um gestor de oportunidades.

Como prevenir a cistite após o uso de piscina ou mar.

Como prevenir a cistite após o uso de piscina ou mar Com a chegada das temperaturas altas, o mergulho no mar ou na piscina torna-se o lazer favorito de muitos. No entanto, para algumas pessoas, esse prazer vem acompanhado de um incômodo frequente: a cistite. Essa inflamação da bexiga, geralmente de origem bacteriana, tem uma relação direta com os hábitos que mantemos durante o verão. Abaixo, explicamos por que isso acontece e como você pode se proteger. O perigo da umidade prolongada O principal vilão não é a água em si, mas a combinação de umidade e calor.

Quando permanecemos com biquínis, maiôs ou sungas molhadas por muito tempo, criamos um ambiente ideal para a proliferação de micro-organismos na região íntima. Essa umidade facilita a migração de bactérias para a uretra, podendo chegar à bexiga e causar a infecção. Dicas práticas de prevenção Para aproveitar o dia de sol sem preocupações, adote estas medidas simples: Troque a roupa de banho: O erro mais comum é deixar a peça secar no corpo. Assim que sair da água de forma definitiva ou for fazer uma pausa longa, tome uma ducha e vista uma roupa seca e de algodão. Hidratação é fundamental: Beber bastante água aumenta a frequência urinária. Isso promove uma “lavagem” natural da bexiga, dificultando a fixação de bactérias nas paredes do trato urinário.

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Urine após o mergulho: Urinar ajuda a expelir mecanicamente possíveis agentes invasores que possam ter se aproximado do canal da uretra durante o banho. Cuidado com a higiene: Após o mar ou piscina, lave a região externa com sabonete neutro para remover o excesso de cloro ou sal, que podem causar irritações e facilitar a entrada de bactérias. Fique atento aos sinais A cistite manifesta-se rapidamente através de sintomas como: Ardência ou dor ao urinar; Necessidade urgente e frequente de ir ao banheiro; Sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada; Urina com odor forte ou coloração alterada. Caso sinta esses desconfortos, é essencial buscar orientação de um urologista. O diagnóstico precoce evita que a inflamação evolua para quadros mais graves, garantindo que o seu verão continue tranquilo.

Como identificar oportunidades de leilão de imóveis

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Como identificar oportunidades de leilão de imóveis
Investir em leilões de imóveis pode ser a estratégia mais lucrativa para quem deseja aumentar
seu patrimônio ou adquirir a casa própria com um custo reduzido. Com descontos que chegam
a 40% ou 50% do valor de avaliação, essa modalidade é atrativa, mas exige um olhar apurado
para separar o “joio do trigo”.
Veja como filtrar as melhores oportunidades do mercado:
1. Monitore os canais certos
As grandes oportunidades estão divididas entre leilões judiciais (originados de processos na
justiça) e extrajudiciais (geralmente por falta de pagamento de financiamento bancário).
Monitore sites de bancos como Caixa, Bradesco e Itaú, além de portais de leiloeiros oficiais
homologados. Cadastre alertas para as regiões onde você já conhece os preços praticados.
2. Analise o Edital com rigor
O edital é a “bíblia” do leilão. Para identificar uma oportunidade real, verifique quem será o
responsável pelo pagamento de dívidas anteriores, como IPTU e condomínio. Se o comprador
tiver que assumir débitos vultosos, o lance mínimo baixo pode ser uma armadilha. Uma
oportunidade de ouro é aquela onde o comitente (vendedor) entrega o imóvel livre de ônus.
3. Calcule a margem de lucro
Não se deixe levar pela emoção do lance. Antes de participar, faça uma pesquisa de mercado
rigorosa: por quanto imóveis similares no mesmo prédio ou rua estão sendo vendidos? Uma
boa oportunidade de leilão deve garantir uma margem de segurança de, no mínimo, 25% a 30%
abaixo do valor de mercado, já considerando os custos com comissão do leiloeiro (5%),
impostos (ITBI) e possíveis reformas.
4. Verifique o estado de ocupação
Imóveis desocupados são as melhores oportunidades para quem tem pressa. No entanto,
imóveis ocupados costumam ter lances iniciais ainda menores. Se você tiver fôlego financeiro e
jurídico para lidar com a desocupação, esses ativos podem representar o maior lucro da sua
carteira.
5. Histórico da matrícula
Sempre peça a certidão de matrícula atualizada do imóvel. Ela revela se existem outras
penhoras ou processos que podem atrasar a transferência da propriedade. Transparência
jurídica é o que diferencia um bom investimento de uma dor de cabeça.
Identificar oportunidades em leilões exige paciência e análise técnica. Ao dominar esses filtros,
você transforma o leilão em uma ferramenta poderosa de geração de riqueza no mercado
imobiliário.

Imobiliária Mota – Imóveis em Curitiba
Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
(41) 3029-3443

Como criar uma marca forte para sua imobiliária

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Como criar uma marca forte para sua imobiliária
No competitivo mercado imobiliário, a imagem da sua empresa é o que separa o sucesso da
estagnação. Uma marca forte não é apenas um logotipo bonito; é a promessa de valor que você
entrega ao cliente. Se você quer destacar sua imobiliária, confira estes passos fundamentais:
1. Defina sua Proposta Única de Valor (PUV)
O que sua imobiliária faz melhor que as outras? Pode ser o foco em imóveis de luxo, a agilidade
na locação ou o atendimento especializado para investidores. Para criar uma marca forte, você
precisa saber exatamente quem é o seu público e qual problema você resolve para ele.
2. Invista em uma Identidade Visual Profissional
A primeira impressão costuma ser visual. Cores, fontes e o design do seu logotipo devem
transmitir profissionalismo e confiança. Garanta que essa identidade seja consistente em todos
os pontos de contato: cartões de visita, placas de venda, site e redes sociais. Uma
comunicação visual desleixada afasta clientes em potencial.
3. Construa Autoridade Digital
Hoje, a jornada de compra começa no Google ou no Instagram. Tenha um site otimizado e
produza conteúdo relevante. Em vez de apenas postar fotos de imóveis, ofereça dicas sobre
financiamento, valorização de bairros e tendências do mercado. Quando você educa o cliente,
sua marca se torna uma referência de confiança.
4. Priorize a Experiência do Cliente
A marca é construída no pós-venda tanto quanto na prospecção. No mercado imobiliário, a
indicação é uma ferramenta poderosa. Um atendimento transparente, ético e ágil transforma
clientes em defensores da sua marca. Lembre-se: sua reputação é o pilar mais sólido da sua
empresa.
5. Mantenha a Consistência
Uma marca forte é repetitiva. Use a mesma linguagem e tom de voz em todos os canais. Seja
no WhatsApp ou em uma reunião presencial, o cliente deve sentir que está lidando com a
mesma empresa. A previsibilidade gera segurança, e segurança gera fechamento de negócios.
Criar uma marca de impacto exige tempo e estratégia, mas o retorno vem em forma de
autoridade, fidelização e, claro, mais vendas. Comece hoje a posicionar sua imobiliária como a
escolha número um do seu mercado!

 

As melhores ferramentas de portfólio tracker (CoinStats, Delta)

As melhores ferramentas de portfólio tracker (CoinStats, Delta) Quem decide investir em criptomoedas logo percebe um grande desafio: os ativos acabam ficando espalhados. É um pouco de Bitcoin em uma corretora, Ethereum em uma carteira digital (wallet) e outros tokens em protocolos DeFi. Para ter uma visão clara do seu patrimônio sem precisar abrir dez aplicativos diferentes, os portfolio trackers são indispensáveis. Eles centralizam suas posições em um único painel, mostrando lucros, perdas e a performance do seu portfólio em tempo real. Abaixo, destacamos as duas melhores opções do mercado cripto atual. CoinStats: A Central de Comando do Investidor O CoinStats é uma das ferramentas mais completas para quem busca automação. Ele se integra a mais de 300 exchanges e carteiras (como Binance, MetaMask e Ledger) via chaves API ou endereço de carteira. Destaque: Sua capacidade de rastrear não apenas moedas, mas também posições em DeFi e NFTs. Vantagem: Oferece alertas de preços personalizados e um agregador de notícias para você não perder nada sobre o mercado cripto. Para quem é: Investidores ativos que possuem ativos em diversas plataformas e querem sincronização automática. Delta: Design e Versatilidade O Delta Investment Tracker é amplamente elogiado por sua interface intuitiva e design elegante. Ele é ideal para quem gosta de analisar gráficos e estatísticas detalhadas sobre o histórico de suas transações.

Destaque: Além de criptomoedas, o Delta permite acompanhar ações, fundos e outros ativos financeiros. Vantagem: O algoritmo de análise de portfólio ajuda a entender quais moedas estão trazendo o melhor retorno real, descontando taxas. Para quem é: Investidores que buscam uma experiência visual superior e que, além de comprar criptomoedas, também investem no mercado financeiro tradicional. Qual escolher? A escolha depende do seu perfil. Se você precisa de uma conexão profunda com o ecossistema Web3 e DeFi, o CoinStats leva a melhor. Se você prefere um aplicativo visualmente limpo e quer monitorar cripto e ações no mesmo lugar, o Delta é a escolha certa. Manter o controle total sobre seus investimentos é o primeiro passo para o sucesso no mercado cripto. Com essas ferramentas, você toma decisões baseadas em dados, e não em suposições.

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Os compradores esperam que você seja ágil e capaz de responder a todas as suas perguntas

Essa parede é estrutural? Qual a orientação do apartamento? De onde vêm
essas rachaduras? O solo é argiloso? Quando os porões foram reformados? O
corretor de imóveis poderá verificar essas informações e responder às perguntas
do comprador em seu nome.
Entre particulares, é muito provável que o comprador tente negociar o preço de
venda.
A menos que você seja um negociador habilidoso, ter um agente imobiliário
ajudará a manter as negociações no rumo certo. Ele defenderá seus interesses,
que muitas vezes também são os dele.
Como posso ter certeza de que estou escolhendo o aplicativo de comprador
correto?
Renda, empréstimos pendentes, filhos dependentes, situação contratual…
Muitos fatores precisam ser analisados para determinar se um comprador está
falando sério. Um comprador que, no fim das contas, não consegue obter o
financiamento imobiliário desperdiçará seu tempo e energia (e, às vezes, até seu
dinheiro, se você tiver um empréstimo-ponte). Corretores de imóveis estão
acostumados a analisar minuciosamente as propostas e têm todo o incentivo
para garantir uma venda rápida.
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Os compradores sentem-se mais seguros com a presença de um especialista
externo no processo de venda.
Lidar com profissionais ajuda a eliminar certas dúvidas e dá a impressão de ter
respostas confiáveis para as perguntas.
Dica da Anéva: se você realmente não quer usar uma imobiliária, saiba que
algumas oferecem taxas mais baixas em troca de serviços mais básicos. A Imkiz,
por exemplo, avalia seu imóvel, tira boas fotos, publica os anúncios nos
principais sites (Seloger, Logic Immo), filtra os compradores em potencial e valida
planos de financiamento, tudo por apenas € 2.490.