Hoje em dia, os franqueadores lidam com muita eficácia com todas as questões complexas enfrentadas pelas estruturas empresariais “tradicionais”, incluindo gestão de marca, precificação, grandes contas, compra de estoque, inovações em pontos de venda, sistemas de TI, faturamento centralizado, cobrança, contabilidade, ofertas públicas iniciais (IPOs), projetos de fim de temporada ou pesquisa e desenvolvimento. Sejam negócios baseados em produtos, serviços, alta tecnologia, tempo integral, meio período, trabalho remoto, em shoppings, de alto padrão ou para operários, o sistema de franquias tem sido aplicado com sucesso.
Os programas de franquia modernos podem, e de fato conseguem, manter e muitas vezes superar o nível de vendas, qualidade e consistência encontrados nas operações próprias mais bem administradas. A motivação e o espírito empreendedor do franqueado para alcançar o sucesso, aliados ao direito do franqueador de inspecionar, fiscalizar e, se necessário, encerrar a relação comercial, levam à consistência operacional, à qualidade e à inovação. Afinal, o franqueado está investindo seu próprio dinheiro. Perdas e perdas são normalmente reduzidas, e os custos com mão de obra são melhor administrados. Os franqueados costumam ser mais cautelosos ao tomar decisões de contratação e controlar salários e benefícios, bem como os custos gerais com mão de obra, por meio de um melhor planejamento. Com a propriedade, vem o desejo de lucrar e ter sucesso, assim como o medo do fracasso. É esse risco de fracasso, aliado ao “Grande Sonho Americano” do sucesso empresarial, que impulsiona o franchising.
mercados autonômos como funcionam